Noroeste de MT: Juína mantém liderança populacional e Juara é segunda na região;
Com 48,3 mil habitantes, Juína segue como o maior município da região; Juara ocupa a segunda posição geral e lidera no Vale do Arinos
Fonte: Guia Betel News com informações | Data: 2025-12-01 04:47:01 | Categoria: Cidades
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (28) as estimativas populacionais de 2025 para os 5.571 municípios brasileiros, com referência em 1º de julho. Os números mostram o movimento de crescimento mais lento no país, mas revelam diferenças importantes entre as regiões.
No noroeste de Mato Grosso, Juína segue como o município mais populoso, atingindo 48.396 habitantes. Em seguida, Juara aparece como a segunda maior cidade da região, com 35.899 moradores, consolidando-se também como a maior população entre os municípios do Vale do Arinos.
Aripuanã, com 26.558 habitantes, completa o trio dos mais populosos da região e ocupa a segunda posição dentro do Vale do Juruena. .
Confira as estimativas dos principais municípios do noroeste mato-grossense:
Juína: 48.396
Juara: 35.899
Aripuanã: 26.558
Colniza: 26.026
Brasnorte: 17.645
Juruena: 10.057
Cotriguaçu: 10.030
Tabaporã: 9.908
Castanheira: 7.392
Porto dos Gaúchos: 5.705
Novo Horizonte do Norte: 3.382
No panorama nacional, São Paulo permanece como o município mais populoso, com 11,9 milhões de habitantes, seguido por Rio de Janeiro (6,7 milhões) e Brasília (3 milhões). Já Serra da Saudade (MG) continua com a menor população do país, somando apenas 856 moradores.
Veja a colocação do Vale do Juruena:
Juína: 48.396
Aripuanã: 26.558
Colniza: 26.026
Brasnorte: 17.645
Juruena: 10.057
Cotriguaçu: 10.030
Castanheira: 7.392
No Vale do Arinos a ordem é a seguinte:
Juara - 35.899 habitantes.
Tabaporã - 9.908 habitantes
Porto dos Gaúchos - 5.705 pessoas
Novo Horizonte do Norte - 3.382 habitantes
Segundo o IBGE, a população brasileira chegou a 213,4 milhões em 2025, crescimento de 0,39% em relação a 2024. O ritmo segue em desaceleração, influenciado pelas transformações demográficas e pela queda no número médio de filhos por família. Em 2005, o crescimento anual era de 1,1%, mais que o dobro do atual.